Programa | 15 de março

Seminário de Psicologia da Educação




09:15 ABERTURA DA PLATAFORMA
09:30 SESSÃO DE ABERTURA
José Vítor Pedroso, Diretor-Geral da Educação
Francisco Miranda Rodrigues, Bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses
I CONSTRUINDO ESCOLAS SAUDÁVELMENTE
09:45 CONFERÊNCIA
Aplicações das Ciências do Comportamento no Contexto da Educação
Marta Moreira Marques, Trinity College Dublin, Irlanda e Centre for Behaviour Change, University College London, Reino Unido
10:30 SESSÕES PARALELAS
  1. Uma "Escola SaudávelMente"
    Isabel Dinis e Rita Martins, Associação de Solidariedade SUBUD
  2. PONTES - Programa de promoção de competências socioemocionais para alunos do 5º ano de escolaridade
    Paula Bizarro, Adriana Baptista, e Olga Gaspar, Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz
  3. Devagar se vai ao longe: quando prevenir vale mais do que remediar!
    Raquel Raimundo, Colégio Valsassina
  4. Consultoria Colaborativa na Intervenção Precoce na Infância
    Leonor Carvalho e Carla Lança, Associação Nacional de Intervenção Precoce
II PROMOVER EQUIDADE E QUALIDADE NA EDUCAÇÃO: ATRAVÉS DO TRABALHO COLABORATIVO
11:15 ENTRADA NA CONFERÊNCIA
11:20 CONFERÊNCIA
Escola para todos e com todos
Rui Trindade, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto
12:05 SESSÕES PARALELAS
  1. Cultura colaborativa, populações vulneráveis e o papel dos psicólogos
    Rui Marques, Instituto Padre António Vieira
  2. Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar do Concelho de Leiria (PIICIE): "Sim, (juntos) somos mais capazes!"
    Pedro Cordeiro, CINEICC-Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da UC
    Anabela Graça, Vice-presidente da CML e Vereadora da Educação e Cultura, Câmara Municipal de Leiria
  3. Trabalhar em Rede: Um Modelo de Organização Intermunicipal das Intervenções de Carreira
    Maria do Céu Taveira, Escola de Psicologia - Universidade do Minho
  4. Comunidades de Aprendizagem - INCLUDED. Ações Educativas de Sucesso para a inclusão e a coesão social
    María Vieites Casado, CREA Universidade de Barcelona
  5. Programa de Mentoria: da teoria à prática na escola
    Tânia Nunes e Victor Azevedo, Agrupamento de Escolas de Cristelo

III INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA À DISTÂNCIA E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL CONTÍNUO
14:15 ENTRADA NA CONFERÊNCIA
14:30 CONFERÊNCIA
Practitioner competences and ethical issues in use of Information and Communication technologies in career guidance
Raimo Vuorinen e Jaana Kettunen, Finnish Institute for Educational Research, University of Jyväskylä - Finland
15:15 SESSÕES PARALELAS
  1. Orientação Vocacional: Os Desafios da Distância
    Alexandra Figueiredo, Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional
    Inês Nascimento, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto
  2. Desafios e oportunidades da intervenção psicológica baseada em meios digitais: Da e-mental health para a psicologia da educação
    João Salgado, Instituto Universitário da Maia
  3. Supervisão e Desenvolvimento Profissional Contínuo
    Miguel Ricou, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto
  4. "Pessoa(s) à conversa" - Transição para a vertente digital da Intervenção com Pais
    Luís Gonzaga, Ana Milheiro Marques, e Vera Sousa, Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa, Santa Maria da Feira
  5. Promoção da Literacia emergente a distância. Resultados, desafios e reflexões.
    Iolanda Ribeiro, Escola de Psicologia - Universidade do Minho
IV POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO
Moderação: Maria João Horta, Subdiretora-Geral da Educação
Sofia Ramalho, Vice-Presidente da Ordem dos Psicólogos Portugueses
16:00 Maria Emília Brederode Santos, Presidente do Conselho Nacional de Educação
João Costa, Secretário de Estado Adjunto e da Educação
SESSÃO DE ENCERRAMENTO
16:45 Sofia Ramalho, Vice-Presidente da Ordem dos Psicólogos Portugueses
Maria João Horta, Subdiretora-Geral da Educação

Marta Moreira Marques

Trinity College Dublin, Irlanda e Centre for Behaviour Change, University College London, Reino Unido

Aplicações das ciências do comportamento no contexto da Educação

Promover a mudança comportamental sustentada a nível individual, grupal, organizacional e comunitário requer a aplicação de modelos conceptuais e métodos de sistematização do desenvolvimento de estratégias de atuação eficazes. No contexto da ciência comportamental em saúde existe uma vasta experiência no desenvolvimento e aplicação destes modelos, quer em intervenções locais quer em políticas de saúde, com aplicações no contexto educacional, por exemplo o Behaviour Change Wheel Framework. Nesta conferência serão apresentados os principais modelos conceptuais com exemplos práticos da sua implementação.


Isabel Dinis

Diretora Executiva do Centro Educacional e Comunitário Roda Viva da Associação de Solidariedade SUBUD | Tesoureira da Direção

Uma "Escola SaudávelMente"

A presente apresentação aborda os programas de prevenção e de intervenção na área da saúde psicológica e do sucesso educativo que são dinamizados no Centro Educacional e Comunitário Roda Viva da Associação de Solidariedade SUBUD em quatro eixos fundamentais: com as Crianças, com os Jovens, com as Famílias e com os Colaboradores e que estão na base da atribuição do selo "Escola SaudávelMente" pela Ordem dos Psicólogos Portugueses.


Rita Martins

Diretora Técnica de Creche e Pré-Escolar do Centro Educacional e Comunitário Roda Viva da Associação de Solidariedade SUBUD |Técnica Superior de Reabilitação Psicomotora

Uma "Escola SaudávelMente"

A presente apresentação aborda os programas de prevenção e de intervenção na área da saúde psicológica e do sucesso educativo que são dinamizados no Centro Educacional e Comunitário Roda Viva da Associação de Solidariedade SUBUD em quatro eixos fundamentais: com as Crianças, com os Jovens, com as Famílias e com os Colaboradores e que estão na base da atribuição do selo "Escola SaudávelMente" pela Ordem dos Psicólogos Portugueses.


Paula Bizarro

AEZUFF- Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz

PONTES - Programa de promoção de competências socioemocionais para alunos do 5º ano de escolaridade

"O AEZUFF criou e está a implementar um programa universal de competências socioemocionais nas 14 turmas do 5º ano de escolaridade, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário do PNPSE. Iniciativa conjunta dos Serviços de Psicologia e Orientação e Direção da escola, procurou-se com este programa dar resposta às preocupações manifestadas após análise feita pelos vários órgãos do agrupamento (CT, Departamentos, EMAEI, C. Pedagógico...). Dessa análise salientam-se referências repetidas a dificuldades dos alunos na transição de ciclo, destacando-se a vertente emocional e comportamental, com notórias repercussões no rendimento escolar dos alunos, no clima de turma e de uma forma mais ampla, no próprio clima de escola. O programa assenta no modelo SEL-Social Emotional Learning, sendo trabalhadas os 5 domínios: Autoconsciência, Autocontrolo, Consciência social, Relacionamento interpessoal e Tomada de decisão responsável. Compreende cerca de 17 sessões em contexto de turma, dinamizadas por psicóloga com a colaboração do diretor de turma. Envolve igualmente pais e encarregados de educação, de forma regular, através do "Desafio para casa", e de forma mais pontual, através de realização de reuniões informativas e formativas. Nas sessões com a turma, a opção tomada foi no sentido de implementar metodologias ativas, com recurso a role playing, dramatização, histórias, jogos... Foi estabelecida parceria com a Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, ao nível da supervisão e na avaliação de impacto do programa. Todo o processo é semanalmente monitorizado, quer em articulação com os DT, quer em reunião da equipa e de supervisão pela FPCEUP, havendo perspetivas de continuidade e melhoria do projeto."


Adriana Baptista

AEZUFF- Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz

PONTES - Programa de promoção de competências socioemocionais para alunos do 5º ano de escolaridade

"O AEZUFF criou e está a implementar um programa universal de competências socioemocionais nas 14 turmas do 5º ano de escolaridade, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário do PNPSE. Iniciativa conjunta dos Serviços de Psicologia e Orientação e Direção da escola, procurou-se com este programa dar resposta às preocupações manifestadas após análise feita pelos vários órgãos do agrupamento (CT, Departamentos, EMAEI, C. Pedagógico...). Dessa análise salientam-se referências repetidas a dificuldades dos alunos na transição de ciclo, destacando-se a vertente emocional e comportamental, com notórias repercussões no rendimento escolar dos alunos, no clima de turma e de uma forma mais ampla, no próprio clima de escola. O programa assenta no modelo SEL-Social Emotional Learning, sendo trabalhadas os 5 domínios: Autoconsciência, Autocontrolo, Consciência social, Relacionamento interpessoal e Tomada de decisão responsável. Compreende cerca de 17 sessões em contexto de turma, dinamizadas por psicóloga com a colaboração do diretor de turma. Envolve igualmente pais e encarregados de educação, de forma regular, através do "Desafio para casa", e de forma mais pontual, através de realização de reuniões informativas e formativas. Nas sessões com a turma, a opção tomada foi no sentido de implementar metodologias ativas, com recurso a role playing, dramatização, histórias, jogos... Foi estabelecida parceria com a Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, ao nível da supervisão e na avaliação de impacto do programa. Todo o processo é semanalmente monitorizado, quer em articulação com os DT, quer em reunião da equipa e de supervisão pela FPCEUP, havendo perspetivas de continuidade e melhoria do projeto."


Olga Gaspar

AEZUFF- Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz

PONTES - Programa de promoção de competências socioemocionais para alunos do 5º ano de escolaridade

"O AEZUFF criou e está a implementar um programa universal de competências socioemocionais nas 14 turmas do 5º ano de escolaridade, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário do PNPSE. Iniciativa conjunta dos Serviços de Psicologia e Orientação e Direção da escola, procurou-se com este programa dar resposta às preocupações manifestadas após análise feita pelos vários órgãos do agrupamento (CT, Departamentos, EMAEI, C. Pedagógico...). Dessa análise salientam-se referências repetidas a dificuldades dos alunos na transição de ciclo, destacando-se a vertente emocional e comportamental, com notórias repercussões no rendimento escolar dos alunos, no clima de turma e de uma forma mais ampla, no próprio clima de escola. O programa assenta no modelo SEL-Social Emotional Learning, sendo trabalhadas os 5 domínios: Autoconsciência, Autocontrolo, Consciência social, Relacionamento interpessoal e Tomada de decisão responsável. Compreende cerca de 17 sessões em contexto de turma, dinamizadas por psicóloga com a colaboração do diretor de turma. Envolve igualmente pais e encarregados de educação, de forma regular, através do "Desafio para casa", e de forma mais pontual, através de realização de reuniões informativas e formativas. Nas sessões com a turma, a opção tomada foi no sentido de implementar metodologias ativas, com recurso a role playing, dramatização, histórias, jogos... Foi estabelecida parceria com a Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, ao nível da supervisão e na avaliação de impacto do programa. Todo o processo é semanalmente monitorizado, quer em articulação com os DT, quer em reunião da equipa e de supervisão pela FPCEUP, havendo perspetivas de continuidade e melhoria do projeto."


Raquel Raimundo

Colégio Valsassina

Devagar se vai ao longe: quando prevenir vale mais do que remediar!

"O Devagar se vai ao Longe é um programa universal de promoção de competências sócio emocionais, de origem Portuguesa, que tem como objetivos a melhoria das competências sócio emocionais e do desempenho académico, assim como a prevenção ou redução de problemas de comportamento e emocionais em crianças do 1º e 2º ciclos do ensino básico. Trata-se de um programa compreensivo que sublinha a importância não só do ensino de competências, mas também do modo como as mesmas deverão ser aplicadas a situações reais do dia a dia, de modo a facilitar a sua generalização. Consiste em 21 sessões de 45-60 minutos cada, adequadas do ponto de vista desenvolvimentista e com uma sequência de atividades que se centra no aprender fazendo e em atividades experienciais e reflexivas. Será feita uma apresentação do programa, assim como dos resultados relativamente à sua eficácia e satisfação."


Leonor Carvalho

ANIP

Consultoria Colaborativa na Intervenção Precoce na Infância

"A aposta em modelos colaborativos em Intervenção Precoce na Infância implica um sistema integrado com diferentes níveis de articulação e colaboração: a colaboração profissionais-família, um trabalho em equipa transdisciplinar e centrado na família, a ação do mediador de caso, a consultoria colaborativa entre profissionais e uma coordenação integrada dos serviços à criança/família. No contexto em que vivemos, dado que o distanciamento inerente ao período de confinamento poderá ter acarretado riscos de uma fragmentação entre serviços e profissionais, duplicação de serviços e, ainda, lacunas nas respostas às necessidades das famílias, esta articulação e colaboração assume um papel ainda mais relevante. Nesta sessão abordaremos o processo da consultoria colaborativa no âmbito da Intervenção Precoce na Infância, na sua articulação com os contextos educativos, salientando os aspetos mais relevantes na sua implementação, assim como os desafios inerentes a essa prática."



Carla Lança

Conselho de Especialidade Psicologia da Educação da OPP (Membro suplente) e ANIP

Consultoria Colaborativa na Intervenção Precoce na Infância

"A aposta em modelos colaborativos em Intervenção Precoce na Infância implica um sistema integrado com diferentes níveis de articulação e colaboração: a colaboração profissionais-família, um trabalho em equipa transdisciplinar e centrado na família, a ação do mediador de caso, a consultoria colaborativa entre profissionais e uma coordenação integrada dos serviços à criança/família. No contexto em que vivemos, dado que o distanciamento inerente ao período de confinamento poderá ter acarretado riscos de uma fragmentação entre serviços e profissionais, duplicação de serviços e, ainda, lacunas nas respostas às necessidades das famílias, esta articulação e colaboração assume um papel ainda mais relevante. Nesta sessão abordaremos o processo da consultoria colaborativa no âmbito da Intervenção Precoce na Infância, na sua articulação com os contextos educativos, salientando os aspetos mais relevantes na sua implementação, assim como os desafios inerentes a essa prática."


Rui Trindade

Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto

Escola para todos e com todos

"Não é a garantia do acesso à Escola que permite que esta se afirme como um contexto educacional mais inclusivo, já que o acesso universal a esta instituição constitui, apenas, uma etapa de um processo bastante mais complexo. Um processo que nos obriga a pensar como é que se pode transformar a Escola num espaço onde cada um e todos os estudantes possam realizar aprendizagens culturalmente significativas, em função das quais as escolas se possam afirmar como espaços de bem-estar e de desenvolvimento pessoal e social. Neste sentido, estamos perante uma reflexão nuclear que nos obriga a repensar a função educativa das escolas, o que se entende por diferenciar nestes espaços educativos e como é que a opção por uma Escola mais inclusiva afeta, por um lado, as decisões curriculares e pedagógicas, afetando, por outro, a cultura organizacional das escolas. Será com este cenário como pano de fundo que se pretende identificar desafios e equívocos, bem como algumas possibilidades de respostas que, no seu conjunto, possam favorecer e estimular a construção de uma Escola para todos e com todos."


Rui Marques

Presidente do Instituto Padre António Vieira

Cultura colaborativa, populações vulneráveis e o papel dos psicólogos

Num tempo marcado pela complexidade, a colaboração assume-se como condição essencial nas relações interpessoais e interinstituicionais. A pobreza e a exclusão social constituem campos nos quais é evidente essa necessidade de uma cultura colaborativa para respostas mais eficazes e eficientes. Nesse processo, os psicólogos podem desempenhar um papel crucial.

Pedro Cordeiro

Politécnico de Leiria

Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar do Concelho de Leiria (PIICIE): "Sim, (juntos) somos mais capazes!"

Combater o insucesso escolar é um desígnio nacional. A concretização deste objetivo requer o desenvolvimento de intervenções que facilitem os processos de sinalização do risco ao primeiro sinal de dificuldade, uma intervenção atempada, e a monitorização eficiente dos resultados com vista a avaliar o impacto das intervenções. Apresenta-se o estudo de avaliação de impacto do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar do Concelho de Leiria (PIICIE), um modelo de combate ao insucesso escolar assente no diagnóstico precoce e na intervenção preventiva. Objetivos. Pretende-se, aqui, apresentar o modelo de planificação da intervenção, bem como avaliar a implementação e o impacto da intervenção na redução da retenção escolar no concelho de Leiria. Começa por se fundamentar a intervenção no Modelo de Intervenção Multinível MIPE (Cordeiro & Paixão, 2020, submetido), especificando os seus conceitos e pressupostos de base. Apresenta-se, de seguida, o modelo de implementação das actividades do PIICIE, mapeando o seu modelo de gestão operacional. Por último, identifica-se o modelo de monitorização da intervenção, sublinhando a sua ligação a processos de investigação-ação. Participantes. Participaram na intervenção crianças de ambos os sexos do nível pré-escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico, com idades compreendidas entre os 5 e os 10 anos de idade. Medidas. Os alunos foram avaliados através de ferramentas originais de sinalização e de avaliação criterial de risco e de registo da intervenção. Estratégia Analítica. Realizou-se um estudo quase-experimental com medidas repetidas e grupo de controlo, ao longo de 2 anos letivos (2018-2020). Resultados. As evidências indicam que o PIICIE contribui para a redução efectiva da taxa de retenção escolar, bem como para o aumento do sucesso escolar de qualidade. Discussão. São feitas recomendações acerca dos elementos-chave das intervenções eficazes na promoção do sucesso escolar.

Anabela Graça

Vice-presidente da CML e Vereadora da Educação e Cultura, Câmara Municipal de Leiria

Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar do Concelho de Leiria (PIICIE): "Sim, (juntos) somos mais capazes!"

Combater o insucesso escolar é um desígnio nacional. A concretização deste objetivo requer o desenvolvimento de intervenções que facilitem os processos de sinalização do risco ao primeiro sinal de dificuldade, uma intervenção atempada, e a monitorização eficiente dos resultados com vista a avaliar o impacto das intervenções. Apresenta-se o estudo de avaliação de impacto do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar do Concelho de Leiria (PIICIE), um modelo de combate ao insucesso escolar assente no diagnóstico precoce e na intervenção preventiva. Objetivos. Pretende-se, aqui, apresentar o modelo de planificação da intervenção, bem como avaliar a implementação e o impacto da intervenção na redução da retenção escolar no concelho de Leiria. Começa por se fundamentar a intervenção no Modelo de Intervenção Multinível MIPE (Cordeiro & Paixão, 2020, submetido), especificando os seus conceitos e pressupostos de base. Apresenta-se, de seguida, o modelo de implementação das actividades do PIICIE, mapeando o seu modelo de gestão operacional. Por último, identifica-se o modelo de monitorização da intervenção, sublinhando a sua ligação a processos de investigação-ação. Participantes. Participaram na intervenção crianças de ambos os sexos do nível pré-escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico, com idades compreendidas entre os 5 e os 10 anos de idade. Medidas. Os alunos foram avaliados através de ferramentas originais de sinalização e de avaliação criterial de risco e de registo da intervenção. Estratégia Analítica. Realizou-se um estudo quase-experimental com medidas repetidas e grupo de controlo, ao longo de 2 anos letivos (2018-2020). Resultados. As evidências indicam que o PIICIE contribui para a redução efectiva da taxa de retenção escolar, bem como para o aumento do sucesso escolar de qualidade. Discussão. São feitas recomendações acerca dos elementos-chave das intervenções eficazes na promoção do sucesso escolar.


Maria do Céu Taveira

Escola de Psicologia, Universidade do Minho

Trabalhar em Rede: Um Modelo de Organização Intermunicipal das Intervenções de Carreira

A indecisão de carreira é um problema comum entre alunos do ensino básico e secundário. A indecisão de carreira pode ser prevenida ou diminuída com a intervenção psicológica baseada na teoria e evidência empírica. Nesta sessão, apresenta-se e discutem-se as mais valias de um modelo de organização em rede, do trabalho dos psicólogos escolares de oito municípios distintos. Esta organização assenta numa plataforma intermunicipal, e resulta numa comunidade prática de investigação, destinada a desenvolver e a demonstrar, no terreno, a eficácia e efetividade das suas intervenções, na resolução de problemas de indecisão entre alunos do ensino Básico e Secundário. Exemplifica-se o funcionamento deste modelo, com as intervenções levadas a cabo com os alunos do 9º ano de escolaridade.


María Vieites Casado

CREA Universidade de Barcelona

Comunidades de Aprendizagem-INCLUDED. Ações Educativas de Sucesso para a inclusão e a coesão social

"A intervenção apresentará o projeto Comunidades de Aprendizagem-INCLUDED. O Projeto Comunidades de Aprendizagem é um projeto de transformação da escola e da sua comunidade através da implementação de Ações Educativas de Sucesso (AES) com o objetivo de promover uma educação de êxito para todas as crianças e jovens. Este modelo educativo está de acordo com as teorias científicas a nível internacional que destacam dois fatores-chave para a aprendizagem na sociedade atual: as interações e a participação da comunidade. O projeto conta atualmente com mais de 9.000 escolas que implementam AES ou são Comunidades de Aprendizagem em 14 países da Europa e América Latina."


Tânia Nunes

Agrupamento de Escolas de Cristelo

Programa de Mentoria: da teoria à prática na escola

As orientações para a organização do ano letivo 2020/2021 emanadas pela DGEsTE, indicam que "Todas as escolas devem criar um programa de mentoria que estimule o relacionamento interpessoal e a cooperação entre alunos. Este programa identifica os alunos que, em cada escola, se disponibilizam para apoiar os seus pares acompanhando-os, designadamente, no desenvolvimento das aprendizagens, esclarecimento de dúvidas, na integração escolar, na preparação para os momentos de avaliação e em outras atividades conducentes à melhoria dos resultados escolares". A apresentação realizada incidirá sobre a ponte estabelecida entre os conhecimentos advindos da evidência científica e o desenho e implementação do Programa de Mentoria no Agrupamento de Escolas de Cristelo. Será dada ênfase ao ajustamento do programa num contexto de Pandemia, à importância da formação dos mentores e aos procedimentos de monitorização destes programas.


Victor Azevedo

Agrupamento de Escolas de Cristelo

Programa de Mentoria: da teoria à prática na escola

As orientações para a organização do ano letivo 2020/2021 emanadas pela DGEsTE, indicam que "Todas as escolas devem criar um programa de mentoria que estimule o relacionamento interpessoal e a cooperação entre alunos. Este programa identifica os alunos que, em cada escola, se disponibilizam para apoiar os seus pares acompanhando-os, designadamente, no desenvolvimento das aprendizagens, esclarecimento de dúvidas, na integração escolar, na preparação para os momentos de avaliação e em outras atividades conducentes à melhoria dos resultados escolares". A apresentação realizada incidirá sobre a ponte estabelecida entre os conhecimentos advindos da evidência científica e o desenho e implementação do Programa de Mentoria no Agrupamento de Escolas de Cristelo. Será dada ênfase ao ajustamento do programa num contexto de Pandemia, à importância da formação dos mentores e aos procedimentos de monitorização destes programas.


Raimo Vuorinen e Jaana Kettunen

Finnish Institute for Educational Research (FIER), University of Jyväskylä - Finland

Practitioner competences and ethical issues in use of Information and Communication technologies in career guidance

The presentation includes a brief introduction on the use of ICT in guidance and its role in enhancing the delivery of career services. We will also examine how due to the COVID-19 the technology is playing a greater role in service delivery and there is a trend for blended service delivery (Barnes et al. 2020). The presentation will focus also on the paradigm shift in the career guidance, ethical issues and the subsequent competences of career professionals to work in the digital contexts. The successful integration of existing and emerging technologies into career services is dependent not only on the skills and technical facilities available, but also on the practitioners" and managers" willingness to accept these changes that the new technology may bring to service delivery.


Alexandra Figueiredo

Vogal do Conselho Diretivo da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional

Orientação Vocacional: Os Desafios da Distância

"Aos novos desafios sociais, económicos, políticos, tecnológicos, do mundo atual, juntaram-se, recentemente, os trazidos pelo contexto pandémico. Uns e outros acentuaram a necessidade de adaptação dos indivíduos a circunstâncias imprevistas e ao confronto com incertezas e com desigualdades. Nesta sessão, serão abordados, em formato de conversa, os desafios que se colocaram e colocam à orientação de carreira e aos diversos intervenientes nesses processos num momento de crise sanitária bem como as perspetivas que podem ter começado a desenhar-se em relação a modos alternativos de organizar e oferecer a intervenção vocacional. Serão especificamente abordadas as potencialidades, dificuldades e sensibilidades éticas que, a esse nível, a imposição de uma intervenção à distância suscitou bem como as práticas que, de igual modo, pode ter contribuído para inspirar. Referências bibliográficas da apresentação: - BEIRA, Ana Isabel, CLÁUDIO, Ana, TAVARES, Luís, Recomendações para uma educação inclusiva dirigidas à comunidade educativa, Documento de Apoio à Prática OPP/Covid-19, 2020 - Career guidance policy and practice in the pandemic - Results of a joint international survey, Luxembourg: Publications Office of the European Union, 2020 - CROSS BORDER SEMINAR 2020 - Transition as a Process: The Role of Guidance, November 26th and 27th, 2020"


Inês Nascimento

I.P e Docente da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto

Orientação Vocacional: Os Desafios da Distância

"Aos novos desafios sociais, económicos, políticos, tecnológicos, do mundo atual, juntaram-se, recentemente, os trazidos pelo contexto pandémico. Uns e outros acentuaram a necessidade de adaptação dos indivíduos a circunstâncias imprevistas e ao confronto com incertezas e com desigualdades. Nesta sessão, serão abordados, em formato de conversa, os desafios que se colocaram e colocam à orientação de carreira e aos diversos intervenientes nesses processos num momento de crise sanitária bem como as perspetivas que podem ter começado a desenhar-se em relação a modos alternativos de organizar e oferecer a intervenção vocacional. Serão especificamente abordadas as potencialidades, dificuldades e sensibilidades éticas que, a esse nível, a imposição de uma intervenção à distância suscitou bem como as práticas que, de igual modo, pode ter contribuído para inspirar. Referências bibliográficas da apresentação: - BEIRA, Ana Isabel, CLÁUDIO, Ana, TAVARES, Luís, Recomendações para uma educação inclusiva dirigidas à comunidade educativa, Documento de Apoio à Prática OPP/Covid-19, 2020 - Career guidance policy and practice in the pandemic - Results of a joint international survey, Luxembourg: Publications Office of the European Union, 2020 - CROSS BORDER SEMINAR 2020 - Transition as a Process: The Role of Guidance, November 26th and 27th, 2020"


João Salgado

ISMAI " Instituto Universitário da Maia

Desafios e oportunidades da intervenção psicológica baseada em meios digitais: Da e-mental health para a psicologia da educação

A prática profissional da psicologia tem vindo a ser transformada pela introdução de meios digitais que revolucionam as possibilidades de diagnóstico e de intervenção. Com esta mudança, torna-se possível remover um conjunto alargado de barreiras que tradicionalmente existem entre os profissionais de psicologia e os seus potenciais clientes, sejam elas de natureza sócio-económica, geográfica ou cultural. Importa, por isso, fazer uma breve revisão de como as Tecnologias de Informação e Comunicação têm influenciado essa mesma prática e avaliar os seus resultados. Um campo onde tais potencialidades têm sido frequentemente exploradas é o da e-mental health, mas grande parte das ferramentas e procedimentos aí desenvolvidos podem ser também facilmente transferidos para campos mais associados à psicologia da educação, sejam eles a intervenção feita à distância com recurso a videoconferência, a intervenções baseadas na internet guiadas à distância, ou mesmo o uso de ambientes de realidade virtual. Tal cenário encerra um conjunto vasto de novas oportunidades que importa abraçar, mas encerram também, em si mesmas, novos problemas que importa acautelar.


Miguel Ricou

Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Presidente do Conselho de Especialidade de Psicologia Clínica e da Saúde da OPP

Supervisão e Desenvolvimento Profissional Contínuo

"A intervenção psicológica é cada vez mais central num mundo cada vez mais focado na valorização da pessoa e, por isso, da educação. Partimos do reconhecimento que a expressão da individualidade é uma mais valia para cada um e para a sociedade. O processo de desenvolvimento é por isso cada vez mais exigente e menos normativo, o que se traduz na importância da ciência psicológica. Num tipo de intervenção cuja impressão digital é a diversidade, a complexidade cresce e o treino torna-se central. A prática, a par da formação, é condição necessária, pelo que a supervisão terá que assumir um papel fundamental. Pretende-se discutir a sua importância na boa prática da psicologia, bem como os desafios e os obstáculos que se colocam na Psicologia da Educação. "


Luís Gonzaga

Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa, Santa Maria da Feira

"Pessoa(s) à conversa" - Transição para a vertente digital da Intervenção com Pais

"A promoção do envolvimento parental e a harmoniosa articulação entre os contextos escolar e familiar tem sido uma preocupação constante da Escola, pois esta não é uma tarefa fácil. Todavia, uma relação positiva entre escola e família não é impossível e será fundamental para uma educação de qualidade, com impacto no bem-estar e desempenho dos alunos. A atual situação pandémica e a necessidade de transição para o meio digital por ela impostos acentuam ainda mais essa importância. Confrontados com novos desafios e despojados de contacto presencial, os pais sentem mais do que nunca a necessidade de ter informações e orientações por parte da Escola. Apresentaremos uma experiência de como, a partir de um projeto desenvolvido no âmbito do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, as atividades do Serviço de Psicologia e Orientação foram reorganizadas para cumprir o objetivo de estimular o envolvimento parental nas atividades académicas. Destacaremos as ações de preparação, implementação e monitorização da iniciativa "Pessoa(s) à conversa" que pretende criar espaços de participação para os encarregados de educação. Concluiremos com a identificação dos fatores que consideramos que potenciam o seu impacto."


Ana Milheiro Marques

Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa, Santa Maria da Feira

"Pessoa(s) à conversa" - Transição para a vertente digital da Intervenção com Pais

"A promoção do envolvimento parental e a harmoniosa articulação entre os contextos escolar e familiar tem sido uma preocupação constante da Escola, pois esta não é uma tarefa fácil. Todavia, uma relação positiva entre escola e família não é impossível e será fundamental para uma educação de qualidade, com impacto no bem-estar e desempenho dos alunos. A atual situação pandémica e a necessidade de transição para o meio digital por ela impostos acentuam ainda mais essa importância. Confrontados com novos desafios e despojados de contacto presencial, os pais sentem mais do que nunca a necessidade de ter informações e orientações por parte da Escola. Apresentaremos uma experiência de como, a partir de um projeto desenvolvido no âmbito do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, as atividades do Serviço de Psicologia e Orientação foram reorganizadas para cumprir o objetivo de estimular o envolvimento parental nas atividades académicas. Destacaremos as ações de preparação, implementação e monitorização da iniciativa "Pessoa(s) à conversa" que pretende criar espaços de participação para os encarregados de educação. Concluiremos com a identificação dos fatores que consideramos que potenciam o seu impacto."


Vera Sousa

Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa, Santa Maria da Feira

"Pessoa(s) à conversa" - Transição para a vertente digital da Intervenção com Pais

"A promoção do envolvimento parental e a harmoniosa articulação entre os contextos escolar e familiar tem sido uma preocupação constante da Escola, pois esta não é uma tarefa fácil. Todavia, uma relação positiva entre escola e família não é impossível e será fundamental para uma educação de qualidade, com impacto no bem-estar e desempenho dos alunos. A atual situação pandémica e a necessidade de transição para o meio digital por ela impostos acentuam ainda mais essa importância. Confrontados com novos desafios e despojados de contacto presencial, os pais sentem mais do que nunca a necessidade de ter informações e orientações por parte da Escola. Apresentaremos uma experiência de como, a partir de um projeto desenvolvido no âmbito do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, as atividades do Serviço de Psicologia e Orientação foram reorganizadas para cumprir o objetivo de estimular o envolvimento parental nas atividades académicas. Destacaremos as ações de preparação, implementação e monitorização da iniciativa "Pessoa(s) à conversa" que pretende criar espaços de participação para os encarregados de educação. Concluiremos com a identificação dos fatores que consideramos que potenciam o seu impacto."


Iolanda Ribeiro

Escola de Psicologia, Universidade do Minho

Promoção da Literacia emergente a distância. Resultados, desafios e reflexões.

"Os dados da investigação das últimas décadas permitiram chegar a consenso sobre a importância de um conjunto de competências que se constituem como facilitadoras da aprendizagem da leitura e da escrita. Esta relação é explicada pelas exigências que aprender a ler e a escrever numa escrita alfabética comporta, entre outros a capacidade de refletir sobre a linguagem oral e o conhecimento da relação entre a linguagem oral e a linguagem escrita. O reconhecimento desta relação está presente em documentos oficiais, como é o caso, em Portugal, das Orientações Curriculares para a Educação pré-escolar, mas também em programas de intervenção estruturados (e.g. Cruz, Ribeiro & Viana, 2014; Viana & Ribeiro, 2017). Em setembro de 2019, em quatro unidades orgânicas (Agrupamentos de Escolas) da ilha de São Miguel nos Açores, e enquadrada num projeto mais alargado de promoção do sucesso escolar, iniciou-se a implementação e a avaliação dos efeitos de um programa de promoção de literacia emergente (Falar, ler e escrever. Propostas integradoras para jardim-de-infância). Numa fase inicial, adotou-se um "modelo clássico" que incluiu a formação de educadores e a implementação pelas mesmas, do programa, junto do respetivo grupo de crianças e em contexto de sala de jardim-de-infância. Em março de 2020 este processo foi interrompido pelo encerramento dos jardins de infância, no quadro das medidas do primeiro estado de emergência. Com financiamento da Direção Regional de Educação dos Açores, este programa de promoção da literacia emergente foi incluído nas atividades propostas no «Aprender em Casa» e serviu de suporte ao «ensino» a distância de crianças a frequentar a educação pré-escolar. Nesta comunicação apresenta-se a descrição do projeto e o processo de transição para esta ""nova"" modalidade. São analisados os resultados obtidos pelas crianças ao nível das competências de literacia emergente e, por último, tece-se um conjunto de reflexões sobre o impacto do ensino a distância nas práticas dos educadores, no envolvimento das famílias e na relação família escola."

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